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O VOTO DE JACÓ PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

"Jacó fez este voto: "Se Deus estiver comigo e me guar­dar no caminho por onde eu for, se me der pão para eu comer e roupas para me vestir, se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então Deus será o meu Deus, esta pedra que erigi como coluna, será a casa de Deus; e de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dizimo." Génesis 28:20-22

 

o voto de Jacó é um dos votos mais bonitos e importan­tes da Bíblia.

 

É um voto, que engloba toda a expe­riência humana em relação a Deus.

 

Antes de fazer este voto, Jacó teve a visão de uma escada cujo topo atingia o céu e on­de anjos subiam e desciam.

 

Logo depois ouviu a voz do Se­nhor, que anunciou ser ele o herdeiro das promessas feitas a Abraão, seu avô, e a Isaque, seu pai.

 

A promessa proferida a ele consistia em que fora escolhido por Deus para que, através dele, a bênção do Messias se cumprisse.

Jacó fez um voto de que, se Deus realmente lhe desse a Sua graça, o acompanhasse em seu caminho e o abençoasse com plena suficiência em seu sustento, então faria três coisas: primeiramente iria colocar sua fé totalmente em Deus.

 

Iria crer nEle e tê-Lo como o seu único e verdadeiro Deus.

 

Em se­gundo lugar, faria daquele lugar a casa de Deus, um lugar on­de prestaria culto e louvaria ao Deus dos seus pais.

 

Em tercei­ro lugar, daria a Deus o dízimo de tudo o que tivesse.

 

Um Voto de Fé

O primeiro aspecto do seu \loto fala de fé e nos ensina que ninguém pode fazer um voto se realmente não tiver fé para crer naquele com quem está fazendo o voto.

 

Tenho visto que centenas de pessoas que procuram a Deus e a Igreja com o intuito de receberem uma bênção.

Até aí, tudo bem, pois crer que Deus, que é nosso pai amoroso, tem prazer em nos abençoar.

 

O problema é que muitas das pessoas que desejam ser abençoadas não querem assumir um compromis­so com Deus.

 

Querem apenas a bênção.

 

Felizmente, por amor à Sua criatura, Deus tem aben­çoado também essas pessoas.

 

O que acontece é que, infeliz­mente, essas pessoas recebem muito pouco Daquele que tem tanto para nos dar.

 

Vão à Igreja, recebem uma bênção e difi­cilmente voltam.

 

Recebem uma graça de Deus, mas deixam de receber milhares pelo fato de não estarem dispostas a se comprometerem com Ele.

 

Tais pessoas nos fazem lembrar a história dos dez lepro­sos que Jesus curou, somente um voltou para agra­decer.

Aquele que voltou foi muito mais abençoado do que os demais:

Lucas 11:15-16

 

Os outros nove representam a atitude da maioria do povo.

 

Vêm a Jesus, recebem uma bênção e de­pois vão embora, sem voltar ao menos para agradecer-Lhe.

 

Não querem se comprometer com Deus, e por isso deixam de receber milhares de bênçãos.

 

A primeira atitude de Jacó no seu voto foi comprome­ter-se com Deus: "Então Deus será o meu Deus!"

 

O segundo aspecto do voto de Jacó fala do culto a Deus.

 

Ele não somente creria em Deus, mas prestan­do-Lhe culto.

 

O comprometimento com Deus está no desejo de buscar comunhão constante com Ele:

 "esta pe­dra que erigi como coluna, será a casa de Deus".

 

Jacó não fez nada menos do que um altar onde adoraria a Deus.

 

Aquele altar significava sua co­munhão com Deus, um testemunho de sua fé.

 

Jacó mostra o desejo que ele queria conhecer o Deus a quem serviria.

 

Jacó queria ter a sua própria experiência.

 

O seu Deus não seria apenas o Deus de Abraão ou de Isaque.

Deveria também ser o Deus de Jacó.

 

Jacó queria ter com Deus mui­to acima da troca de favores.

 

Em seu voto ele construiu um altar a que chamou de "Casa de Deus".

 

Transformou aquele lugar em um lugar de adoração.

 

Seu gesto transformou-o em um adorador, e nada poderia ter agradado mais a Deus do que isso.

 

É interessante que, quase 2000 anos depois, Jesus se encontrar com a mulher sa­maritana no poço de Jacó: João 4:6,23

 

O terceiro aspecto do voto de Jacó é a doação:

"E de tu­do quando me concederes, certamente eu te darei o dízimo."

 

Jacó estava a expressar a sua fé e agido como um verdadeiro adora­dor.

 

Chamo a is­so de fé!

A verdadeira fé é aquela que desafia a Deus e O cha­ma para provar aquilo que prometeu.

 

A verdadeira fé é cora­josa, é valente e leva o homem a se comprometer.

 

Muito antes da lei de Moisés, a prática do dízimo era comum.

 

Jacó entendia que dar o dízimo era uma forma de agradar a Deus pelos Seus benefícios.

 

Ele não prometeu sacri­fício de animais.

Ele entendia que o dízimo era uma excelente maneira de gradar a Deus.

 

Dar a décima parte de tudo o que viesse a possuir era, muito mais do que uma oferta, da doação de si mesmo a Deus.

 

Sendo fiel no pouco, estaria provando para sê-lo também no muito.  

 

I Coríntios 4:2 + Mateus 24:45-51 + Mateus 25:14-30

 

 

Para aprenderes mais sobre a Palavra de Deus, dirige-te a uma igreja Evangélica.

 

Que o Senhor esteja contigo